O verdadeiro desafio do Go-to-Market no Food Service já não é definir a estratégia. É executar em escala.
Durante o Wise Experience, Ely Mizrahi conduziu uma discussão ao lado de Ricardo Marques, vice-presidente da Unilever Food Solutions para a América Latina, Douglas Martins, da Alfama, e Ana Paula Coelho, CEO da Monte Carlo Alimentos. O painel cobriu temas como Go-to-Market, inteligência de mercado, tecnologia, relacionamento comercial e colaboração entre os elos da cadeia.
Embora as falas tenham abordado assuntos diferentes, todas convergiam para uma mesma conclusão: o setor evoluiu muito em sua capacidade de gerar informação, mas ainda enfrenta enormes dificuldades para transformar essa informação em execução comercial consistente.
Nos últimos anos, o Food Service passou por uma verdadeira revolução em inteligência de mercado. Hoje existem bases de dados, estudos setoriais, plataformas de monitoramento, modelos preditivos, ferramentas de segmentação e soluções capazes de identificar oportunidades com um nível de precisão que seria impensável há uma década.
O próprio Ely relembrou durante a palestra que uma das grandes lacunas históricas do setor era justamente a falta de visibilidade. Foi essa percepção que motivou iniciativas de inteligência de mercado e também influenciou a criação da Wise Sales, uma empresa construída com o propósito de levar eficiência para a cadeia de abastecimento através de dados e tecnologia.
Mas a realidade atual é outra. O problema deixou de ser descobrir onde estão as oportunidades e passou a ser agir sobre eles.
Quando Ely afirma que o desafio do Go-to-Market não é construir a estratégia, mas executá-la, ele está descrevendo um cenário vivido diariamente por indústrias e distribuidores. A maioria das empresas já consegue identificar regiões prioritárias, clientes com potencial, categorias estratégicas e oportunidades de crescimento. O gargalo está na capacidade operacional de transformar essas informações em ações comerciais.
Esse desafio aparece de forma ainda mais evidente quando observamos a dinâmica do distribuidor. Uma distribuidora pode possuir milhares de clientes ativos, centenas de clientes inativos, um grande volume de SKUs e dezenas de fornecedores estratégicos. Seus sistemas conseguem identificar clientes que reduziram a frequência de compra, oportunidades de aumento de mix e contas que poderiam ser reativadas. Mas quantas dessas oportunidades recebem atenção efetiva?
Na maioria dos casos, apenas uma pequena parcela, pelo histórico que temos, isso equivale a 30% da carteira. Foi exatamente esse ponto que apareceu em diferentes momentos do painel.
Douglas destacou que a responsabilidade pelo crescimento não pode ser atribuída apenas ao distribuidor. A indústria também precisa participar da geração de demanda e da ativação do mercado. Ana Paula reforçou a importância de utilizar inteligência de dados para aumentar a produtividade comercial e Ricardo trouxe uma visão centrada no comportamento do operador, defendendo que o cliente deve poder comprar da forma que desejar.
Todas essas reflexões apontam para uma mesma questão. Como executar em escala?
É nesse ponto que o Chat Commerce da Wise Sales se torna uma peça estratégica para o futuro do Food Service.
Ao longo dos últimos anos, a Wise Sales ajudou o mercado a responder perguntas fundamentais de crescimento que, inclusive, foram citadas no painel:
- Onde jogar?
- Como jogar?
- Com quem jogar?
Agora, a Wise Sales está ajudando seus clientes a responder uma nova pergunta:
- Como executar?
O Chat Commerce foi desenvolvido e pensado para o Food Service. Ele transforma o WhatsApp em um canal ativo de vendas, diferente de outras soluções genéricas de atendimento, ele foi construído para atuar diretamente sobre os principais desafios comerciais de distribuidores.
A plataforma integra WhatsApp, inteligência artificial e processos de eCommerce em uma única experiência. Ela interpreta pedidos enviados por áudio, foto ou texto, monta pedidos automaticamente e opera respeitando estoque disponível, política comercial, descontos, tabelas e regras específicas de cada cliente, tudo conectado diretamente ao ERP da distribuidora.
Mas o principal diferencial não está na automação, mas no conhecimento do mercado que sustenta essa execução.
A Wise Sales criou o Chat Commerce apoiada em sua especialização em Food Service e em sua base proprietária de inteligência de dados e cardápios. O sistema utiliza mecanismos de recomendação construídos sobre uma base de mais de 400 mil cardápios e milhares de fichas técnicas, permitindo sugerir produtos de forma muito mais aderente à realidade operacional dos clientes.
Isso significa que o Chat Commerce não responde apenas perguntas:
- Ele vende.
- Sugere mix.
- Recomenda substituições.
- Respeita embalagens.
- Prioriza fornecedores estratégicos.
- Estimula recompra.
- Ativa campanhas.
- Reativa clientes inativos.
Tudo isso de forma contextualizada, avaliando o histórico do cliente e a tipologia, que a Wise Sales conhece melhor do que ninguém.
O principal aprendizado do Wise Experience talvez tenha sido justamente este: o crescimento sustentável do Food Service dependerá cada vez menos da capacidade de gerar dados e cada vez mais da capacidade de executar sobre eles.
E, nesse novo cenário, a combinação entre inteligência de mercado e automação comercial deixa de ser uma vantagem competitiva para se tornar uma necessidade estratégica.
Para conhecer esta solução, fale com o nosso time de vendas e peça uma demonstração.
